Aí temos uma das mais comuns trocas de cinismo entre gêneros: o homem promete amar e a mulher finge gozar.
Conviver é suportar algumas diferenças e até certos exageros. Mas tudo
tem limite...
O ciúme exige o controle dos acontecimentos, chegando inclusive a deturpá-los, modificando-os conforme a conveniência do ciumento.
Assim como a dor-de-cabeça, a tentativa de sublimar o sexo em laço afetivo
é desculpa recorrente em muitas mulheres...
A manutenção do machismo é uma das tarefas mais vigorosas das mulheres.
Inconscientemente, elas se desvalorizam enfaticamente e depois se queixam...
Há casais que se ajustam em uma acomodada intimidade sem sexo.
Até o medicamento que favorece o erotismo passa a exercer outra função!
O romantismo do namoro tende a se transformar em intimidade visceral, reduzindo o charme e o enlevo do erotismo. Poucos casais conseguem manter o interesse sexual apesar da visceralização.
A convivência conjugal tende a ser igualmente ridícula e hilária, confortável e acomodada. O erotismo do casal pode se descaracterizar em cenas dantescas e reservas abstinentes.
A traição que mais incomoda é a que se dá com o homorrival (competidor do mesmo gênero) mais valorizado pelo traído.
A tentativa de controlar o homem, cercando-o de todo modo para que se mantenha no vínculo, faz a mulher extrapolar, tanto nas indagações quanto nos preconceitos.
A insegurança masculina necessita resgatar o estilo antigo, machista e caseiro da mulher, voltada às tarefas domésticas e aos cuidados maternais e familiares.