Amar é terapêutico

Qualquer interação na vida de duas pessoas, se for amorosa, promoverá saúde e paz para ambos.

Sejam pais e filhos, irmãos, parentes, vizinhos, amigos, parceiros, namorados, companheiros, cônjuges, sócios, oficial e soldado, chefe e subalterno, profissional e cliente, médico e paciente, professor e aluno, enfermeiro e doente, vendedor e consumidor, árbitro e atleta, autor e leitor, motorista e passageiro, patroa e doméstica, cicerone e turista, pastor e prosélito, ator e platéia.

Podemos exercitar essa perspectiva em todos os papéis e atividades do cotidiano. O melhor exercício é o que se faz como sujeito da ação: atuar, em primeiro plano, como fonte de amor; depois, receber, agir como objeto, foco afetivo.

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